0 Resenha: A Culpa é das Estrelas


Surgiu meio que uma "modinha" em torno de A Culpa é das Estrelas e, mesmo sem ter lido nenhuma resenha, ou nem mesmo a sinopse, eu acabei comprando sem expectativa alguma. Sinceramente, eu tinha imagino algo diferente ao saber que se tratava de um livro sobre uma garota com câncer, mas logo no começo a minha concepção mudou. A Culpa é das Estrelas, de John Green conta a história de Hazel Grace, uma paciente terminal que tem câncer de tireoide com metástase nos pulmões, que encontra Augustus Waters - que já teve uma perna amputada por causa do câncer. 

Desde o começo dá pra perceber que Hazel não é aquele tipo de pessoa sofrida e que lida com sua doença de modo, digamos, clichê. A personagem principal possui um tipo de sensibilidade, uma visão especial do mundo, de um modo bastante maduro até. Ela é bastante irônica, realista com a sua situação e inteligente, reparando em detalhes que outras pessoas não reparariam. Até encontrar o Gus, viciado em metáforas, igualmente irônico e que tem como maior medo ser esquecido. O resultado é um romance muito doce, sem pressa - apesar dos fatos - em que os dois aprendem muito um com o outro. Dá pra perceber que eles se completam, sabe? Têm a mesma sensibilidade de observar os fatos ordinários do mundo.

Têm destaque outros personagens também, como Peter Von Houten, escritor aparentemente insensível do livro preferido de Hazel, e Isaac (morri de rir quando ele joga videogame com Hazel!). Tem também a mãe dela, que tem que lidar com a certeza de que a filha não vai viver por muito tempo, e que acaba sendo cuidadosa demais - o que desperta algumas atitudes grosseiras da protagonista.
Achei um livro muito bonito, não o melhor que eu já li, mas valeu à pena a leitura. Como eu já disse, é muito doce, e tem um final bem tocante. Recomendo ler sem maiores expectativas, mas de coração aberto (agora eu que estou sendo clichê) para uma história delicada, triste, mas fofa também.

0 Novo Trailer: Em Chamas (The Hunger Games Trilogy)

Saiu, durante a Comic-Con em San Diego, Califórnia, o segundo trailer de "Em Chamas", continuação do filme Jogos Vorazes. Se o primeiro trailer foi emocionante, este está dez vezes melhor! Já estou super ansiosa para a estreia - Dia 15 de Novembro. A história dos livros e dos filmes realmente me cativou, porque não se trata de mais um mero romance. Nada disso. O enredo traz algo por trás, traz uma lição, uma história muito maior do que uma simples história de amor. O romance está, sim, incluído - e eu, pessoalmente, adoro - mas não é o grande destaque do filme. A causa de luta de Katniss é algo com motivação maior, e do povo oprimido de Panem, maior ainda. Pra quem não leu a trilogia, vale muito à pena! Que Novembro chegue logo. The odds are never in our favor ♥ 



0 Ryan Murphy dá entrevista sobre o retorno de Glee

Uma semana após a inesperada e trágica morte do ator Cory Monteith, Ryan Murphy - um dos criadores de  Glee - deu uma entrevista ao E! News sobre a volta da série. Ele contou que um tributo ao ator será feito e como Lea Michele está lidando com o assunto.

Eu sei que Cory era um amigo. Como você está lidando com isso?
R: (...) Nós somos um grupo de pessoas que passamos por algo que só acontece uma vez na vida, e eu era próximo de Cory e Lea e eu também fui uma das pessoas que queriam Cory sóbrio. Nós tivemos um incidente em Março, quando nós descobrimos que ele estava usando (drogas) de novo (...). Ele queria continuar a trabalhar e nós falamos 'Isso não é uma opção. O Show não importa, sua vida é que importa'. Então nós reservamos uma reabilitação (...). Suas últimas palavras para mim foram 'Eu quero ficar bom' e eu senti e continuo sentindo, mesmo com a sua morte, que ele realmente queria lutar. Nós o asseguramos que a única coisa que importava era que ele melhorar e que seu trabalho estava protegido, pois ele pensou que seria demitido. (...) É tudo muito chocante e tragicamente triste, porque nós estávamos tentando ajudá-lo de todas as maneiras que podíamos (...). Eu sinto que nós fizemos tudo o que podíamos e que Lea fez tudo que pôde fazer.
Como você decidiu o que fazer com o show?
R: Uma vez que você encara essa situação, que é devastadora (...), nossa posição era nós saímos do ar permanentemente? Nós saímos do ar até Novembro? Nós voltamos a filmar em Janeiro? Mas o nosso elenco e equipe queriam ficar juntos, eles queriam voltar ao trabalho, ficar em uma posição que poderiam relembrar Cory. Quanto a mim, eu não tinha uma opinião. Eu estava disposto a fazer o que as pessoas quisessem.
Então, quem fez a decisão?
R: A pessoa que tomou a decisão foi Lea, que sentiu que a melhor coisa para o elenco e a equipe era que ficássemos todos juntos. Então nós decidimos fazer isso com a bênção de Lea. (...)
Quais são os planos para os primeiros episódio?
R: Nós temos dois episódios que terminamos em Maio, que era nosso tributo aos Beatles - nos quais nós estivemos trabalhando por quatro anos. Com algumas leves modificações nós decidimos 'OK, vamos filmá-los. Vamos trazer as pessoas de volta e então vamos ter o tempo para escrever e lidar com um tributo a Cory', que eu acho que será feito no episódio três. E depois que esse episódio for ao ar, nós faremos um pequeno hiatos e decidir sobre  o futuro do show.
Você pensou em acabar com o show de uma vez?
R: Sim. Se Lea tivesse dito para mim 'eu nunca poderia fazer isso outra vez, eu não quero fazer isso', você sabe, ela meio que é o show. Mas não é como ela sente, ela lidou com isso com bastante humanidade e graça e ela também lidou com isso de uma maneira a contemplar outras 500 pessoas que foram afetadas por ele. Isso nunca esteve em jogo para ela, e eu disse 'Ok'. Nada tem sido feito, nem será feito sem a bênção de Lea. Tudo será feito de modo que esteja tudo bem para ela.
Então, fez as grandes decisões.
R: Sim. E eu nunca conheci uma pessoa de 26 anos mais forte que Lea. Ela tem sido a líder nessa situação. O que tem sido injusto e estranho, porque esse show sempre foi complicado por se misturar com as vidas pessoas e com a identidade do público, então tem sido difícil. (...) Não existe uma maneira certa de agir, (...) todo mundo fez uma decisão 'O que Lea quer fazer, o que ela se sente confortável fazendo?'. E isso é o que ela quer fazer.

Você sabe como será o tributo a Cory e você teve que reescrever algo nos dois primeiros episódios?
R: Nós não tivemos que escrever nada ainda, mas nós nem começamos a fazer isso, porque antes estamos tentando fazer um memorial para Cory essa semana. Nós não estamos fazendo nenhuma decisão criativa ou tocando nos scripts. Nós (ele e Cory) tivemos uma conversa em Abril (...) e ele disse 'Eu realmente quero trabalhar muito. Eu amo a equipe, eu me sinto seguro com eles. Eu quero ficar com pessoas que são boa influência". Durante a temporada, nós tentamos deixá-lo ocupado e ativo e perto de pessoas que eram boa influência. Esse é o porquê de, depois de filmar esse terceiro episódio, nós fazermos um intervalo - para decidirmos sobre o futuro do show, porque nós estamos tentando lidar com ele cuidar dele.
 Haverá alguma outra mudança na produção?
R: Eu não sei.
Como você gostaria que Cory fosse lembrado?
R: É muito difícil e emocionante falar sobre isso. Cory era de várias maneiras parecido com seu personagem. Cory estava na primeira cena que filmamos em Glee, (...) e ninguém sabia o que iria acontecer com o show, porque um musical nunca tinha dado certo. Eu estava muito incerto sobre isso (o show dar certo) e eu lembro que depois do primeiro take, ele veio pra mim e falou 'Isso vai ser divertido'. E eu acho que esse é o jeito que ele era no show, no set; era um verdadeiro líder. Ele era muito amado pela equipe. Eu acho que ele era muito parecido com Finn, que Cory realmente era um campeão dos jovens artistas. Eu espero que ele seja lembrado assim e eu acho que ele será, porque ele era assim na vida real com suas causas. Eu também acho que um monte de pessoas, um monte de jovens observaram a evolução daquele personagem e foram tocados por ele e eu espero que esse seja seu legado.

Fonte: www.eonline.com
Tradução: www.toodagarotatem.blogspot.com
Lei a entrevista na íntegra aqui.
Eu realmente me emocionei muito com essa entrevista. Deve estar sendo muito difícil lidar com esse assunto tão triste. A série nunca mais será a mesma, mas pelo menos um tributo ao nosso inesquecível Finn Hudson será feito. Cory ♥

2 R.I.P Cory Monteith

É com lágrimas nos olhos que venho fazer uma singela homenagem ao talentoso, lindo, carismático e jovem Cory Monteith. Com 31 anos, mas com carinha de 25, Cory deixou família, amigos, namorada e fãs entristecidos com seu falecimento prematuro e inesperado. O ator foi encontrado morto em um hotel no Canadá, no dia 13 de Julho deste ano. Sei que, a partir de agora, a série Glee - que é a minha preferida, mesmo com todos os altos e baixos da 4ª Temporada - nunca mais será a mesma. Queria ter visto um futuro certo para o personagem, queria tê-lo visto feliz, queria tê-lo visto com a mulher que ama, mas, assim como na vida real, um dos personagens mais queridos da televisão chegou ao fim sem um final feliz. É uma pena. Para sempre nosso Finn Hudson.

Como não se emocionar ouvindo I'll Stand by You? :'(

 Sempre lembrado por esse sorriso bobo.
 Vai fazer muita falta!
 Essa foto simplesmente é de cortar o coração.
Rest In Peace, Cory. We'll love you forever ♥
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