E de repente me pego sorrindo, pensando em você - de boba que sou. Boba por esse teu olhar que seria a minha ruína, se não me segurasse. Me segura na calada da noite, como quem não quer nada: em um silêncio que tudo diz.
E me peguei dançando quando não havia música, só com os barulhos intensos dos breves beijos trocados. E teu silêncio dentro do abraço infinito de uma noite de esperança. Esperança que tudo permanecesse daquele jeito: parado no tempo de um carinho.
E me peguei sentindo o perfume daquele sentimento de paixão repentina outra vez.
Mas me peguei pensando em você e não mais sorri. Já passou.




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